"Ter um bebê é como planejar uma fabulosa viagem de férias - para a ITÁLIA! Você compra montes de guias e faz planos maravilhosos! O Coliseu. O Davi de Michelângelo.

As gôndolas em Veneza. Você pode até aprender algumas frases em italiano. É tudo muito excitante-Após meses de antecipação, finalmente chega o grande dia! Você arruma suas malas e embarca. Algumas horas depois você aterrissa. O comissário de bordo chega e diz:

- BEM VINDO À HOLANDA!

- Holanda!?! - Diz você. - O que quer dizer com Holanda!?!? Eu escolhi a Itália! Eu devia ter chegado à Itália. Toda a minha vida eu sonhei em conhecer a Itália!

Mas houve uma mudança de plano vôo. Eles aterrissaram na Holanda e é lá que você deve ficar.A coisa mais importante é que eles não te levaram a um lugar horrível, desagradável, cheio de pestilência, fome e doença. É apenas um lugar diferente.Logo, você deve sair e comprar novos guias. Deve aprender uma nova linguagem. E você irá encontrar todo um novo grupo de pessoas que nunca encontrou antes.É apenas um lugar diferente. É mais baixo e menos ensolarado que a Itália. Mas após alguns minutos, você pode respirar fundo e olhar ao redor, começar a notar que a Holanda tem moinhos de vento, tulipas e até Rembrants e Van Goghs.

Mas, todos que você conhece estão ocupados indo e vindo da Itália, estão sempre comentando sobre o tempo maravilhoso que passaram lá. E por toda sua vida você dirá: - Sim, era onde eu deveria estar. Era tudo o que eu havia planejado!.

E a dor que isso causa nunca, nunca irá embora. Porque a perda desse sonho é uma perda extremamente significativa.Porém, se você passar a sua vida toda remoendo o facto de não ter chegado à Itália, nunca estará livre para apreciar as coisas belas e muito especiais sobre a Holanda. "

BEM VINDO À HOLANDA

por Emily Perl Knisley, 1987

sábado, 9 de abril de 2011

Duologic

Nós primeiro meses como o João chorava muito no ovo compramos uma cadeira para o carro do grupo 0/1, mas ele continuava a chorar nela. Então começa mos a procurar outras cadeiras, pois como faziamos muitas viagens tinhamos que encontrar alguma em que ele se senti-se bem. Os critérios de escolha seriam que desse para deitar (basculante), confortável e segura. Descobrimos então nessa altura que mesmo que a lei Portuguesa ainda não obrigue as crianças a andarem numa cadeira virada para trás (rear-facing) até aos 4 anos, é o mais seguro.Mas em Portugal há poucas cadeiras rear-facing, e as que há as crianças só podem ir até aos 18 meses virada em sentido oposto a marcha, depois dessa idade ou 13 kgs tem que ir viradas no sentido da marcha. Encontramos um site Sueco que só vende cadeiras rear-facing e são consideradas das mais seguras após vários crash tests.
Compramos a DUOLOGIG que è segura, confortável, rear-facing, da para ir do semideitado até ao sentado, fixa-se com cinto ou com isofix, e da até aos 4 anos . O senão destas cadeiras é que são pesadas e andar a troca-la de um carro para outro não é facil. Mas depois de comprar mos a cadeira ele começou a tolerar o ovo, e então a cadeira era usada só para as viagens e no dia a dia andava no ovito. Como a cabecita dele agora já começa a sair do ovo está semana passamos a cadeira para o meu carro. Foi dificil para mim habituar me a que o João já não fosse ali ao meu lado, onde eu estava sempre a ve-lo e a mexer lhe, mas é para o bem dele que teve que passar para o banco de trás. Como vai de costas também tivemos que comprar um espelho proprio que se coloca no banco traseiro para o conseguir ver . Até agora não se tem queixado, estou sempre a falar com ele, e ele vai distraido a olhar para a rua e a ouvir musica.



1 comentário:

  1. Olá Vânia
    Fico contente por saber que as coisas estão a evoluir positivamente :)
    Sabes, eu também comprei esta cadeira e adoro!
    Se vires que algum dia o João se chateia de ir atrás sozinho, tens sempre a hipótese de a colocar no banco da frente. Eu para já tenho-a à frente, nas instruções não desaconselham.
    Por isso já sabes. Mas se calhar já não vais precisar. O meu filho é que ainda não "quer" ir atrás sozinho.
    beijinhos,
    susana

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